sábado, 14 de agosto de 2010

Dicionário explica expressões comuns da língua portuguesa, como 'ficar de olho vivo' entre outras - O Globo

Dicionário explica expressões comuns da língua portuguesa, como 'ficar de olho vivo' entre outras - O Globo

Agradecimentos

Em meu primeiro post, agradeço as inúmeras manifestações, como as que reproduzo aqui,  de apoio ao meu livro "Conversando é que a gente se entende - Dicionário de expressões coloquiais brasileiras", por ocasião do seu lançamento pela editora Leya - Brasil.

 

Nelson Cunha Mello lança o dicionário da informalidade da língua portuguesa

Livro define expressões, gírias e ditos dos brasileiros

por Estela Cotes - 17 de outubro de 2009
Diariamente, quantas expressões como “vai na fé” ou “já vi tudo” você ouve? O brasileiro tem inúmeros verbetes e gírias para representar de maneira cômica ou irônica alguma situação, descrever alguém... Pois o livro “Conversando é que a gente se entende”, lançado no início de outubro pela editora Leya (empresa editorial portuguesa recém-chegada no Brasil), é uma espécie de dicionário das expressões coloquiais brasileiras, desconsiderando regionalismos.

O autor, Nelson Cunha Mello, é professor de português, publicitário, ator da Companhia de Teatro Contemporâneo e um apaixonado pela palavra. Em 507 páginas, de A a Z, ele traz mais de “10 mil casos, entre brasileirismos, ditados populares, gírias, bordões, máximas e outras formas do falar informal”.
Antes de começar efetivamente a destrinchar as palavras, Nelson explica ao leitor quais foram seus critérios de escolha e faz uma breve explicação sobre conceitos de linguagem figurada, linguagem culta, figuras de linguagem, entre outros.

Mas calma. Não pense que o livro é burocrático como aqueles didáticos que estudávamos na escola. “Conversando...” é um “Minuto da Sabedoria” engraçado. Você abre em uma página aleatória e escolhe uma expressão. Saltam: “levar um caixote – Na praia, ser derrubado por uma onda grande que se quebra por inteiro”. Ou “priscas eras – Tempo remoto, muito antigo”; “piriri – diarreia”. 

Nelson acredita ainda que o dicionário dê aquela ajuda a estrangeiros que já tenham um conhecimento da língua portuguesa, mas ainda não pegaram as nossas gírias. Para quem está “nos trinques” com o “jeitinho brasileiro” ficam boas gargalhadas.